Charlotte Dujardin e Valegro conquistam o bi no Adestramento Rio 2016

A britânica Charlotte Dujardin, 31, com Valegro, um fabuloso sela holandês de 14 anos, quebraram mais um recorde nesta 2ª feira, 15/8, no Grand Prix Freestyle, que definiu o pódio individual do Adestramento nos 31º Jogos Olímpicos, no Complexo Olímpico de Deodoro, na RIO 2016. Donos do recorde mundial de 94.30%, a dupla registrou 93.857% de aproveitamento, novo recorde olímpico. Além do recorde, Charlotte e Valegro conquistaram o bicampeonato consecutivo e seu terceiro ouro olímpico, já que foram campeões individuais e por equipes em Londres 2012. Dois membros da equipe alemã que obteve o ouro na sexta-feira subiram novamente ao pódio. A multimedalhista Isabell Werth, 47, colocou no peito sua 10ª medalha olímpica, desta vez de prata, com um score de 89.071%, montando Weihegold. E Kristina Broring-Sprehe, 29, foi bonze apresentando Desperados com a marca de 87.142%. Dia de emoções e recordes Em uma tarde de muitas emoções no Rio, foi difícil para Charlotte conter as dela. “Ele não podia ter feito melhor”, disse ela sobre Valegro – cujo apelido carinhoso é Blueberry – “Estou pensando que esta pode ser a última vez”, completa antes de desabar em lágrimas. “Eu sabia que era possível, já que temos o recorde de 94%, mas fazer isso aqui na Olimpíada é muito especial. Eu estava nervosa por causa dessa expectativa, mas quando começamos a trotar em volta da pista, senti o cavalo tão bem que isso me fez sorrir e eu soube que ia dar tudo certo. Eu senti que ele sabia o que eu estava pensando e fez o seu melhor. Ele tem um coração de ouro e a nada pode quebrar a nossa parceria, a conexão que nós temos.” Ambos elevaram o esporte a um outro nível desde 2011. “Quando penso em tudo o que alcançamos nestes quatro ou cinco anos, parece quase impossível”, confessou a amazona britânica que admitiu estar cogitando a aposentadoria de Valegro. “Nós vamos discutir isso quando voltarmos para casa, mas definitivamente ele não vai competir em mais uma Olimpíada ou campeonato grande. Devo isso a ele, sair no auge.” Dujardin pode ter levado o ouro, mas Isabell Werth entrou para o livro dos recordes ao conquistar a 9ª e 10ª medalhas de sua carreira – ouro por equipes e prata individual – e se tornar a atleta mais premiada da história dos esportes equestres nas Olimpíadas, ultrapassando a holandesa Anky van Grunsven, com nove medalhas. “Eu sabia que Charlotte tinha marcado 93 ou 94% e nós tínhamos ficado com o ouro por equipes, então a prata está ótimo pra mim. Realmente foi muito bom competir aqui com os melhores, pois é isso que nos faz crescer, e Charlotte e Valegro realmente mereceram o ouro”, declarou Werth. Resultados completos Fonte e fotos FEI
Arte no Casarão – CHSA 81 anos – 31/8 a 7/9
12º Ouro para Alemanha no Adestramento na Rio 2016

Um páreo emocionante. Nessa sexta-feira, 12, as sete melhores equipes e outros sete conjuntos individuais disputaram o Grand Prix Special válido como final por equipes e que selecionou o melhores 18 conjuntos para o Freestyle Grand Prix que define a medalha de ouro individual na Rio 2016 na próxima segunda-feira, 15/8. A Alemanha faturou ouro com o jovem talento Sonke Rothenmberger / Cosmo que registrou 76,261% (descarte) e foi 10º individual, Dorothee Schneider / Showtime FRH, 3ª colocada individual com 82,619%, Kristine Broring Sprehe / Desperado FRH, 4ª individual, 81,401%, e, finalmente, a grande vencedora do dia Isabell Werth / Weihegold Old, 83,711% de aproveitamento. Com o 13º ouro por equipes, a Alemanha coleciona 17 medalhas coletivas na história dos Jogos. Já o super time da Grã Bretanha foi prata com a média final de 77,937%. Wilton Spencer / Super Nova II, 21º com 73,613% (descarte), Fiona Bigwood / Orthilia, 16ª, 74,342%, e Carl Hester, o treinador da equipe, com Nip Tuck, 9º, 76,485%. Última no picadeiro no estádio de Deodoro, a campeã olímpica 2012 Charlotte Dujardin com Valegro, que havia vencido o Grand Prix na largada da competição, teve dois erros no Grand Prix Special, mas compensando nos demais movimentos sempre perto da perfeição registrou 82,983% e foi 2ª na classificação geral. Curiosamente um helicóptero sobrevoou o estadio na hora de sua apresentação, mas Charlotte garantiu que nem ela e nem seu Valegro perceberam e sempre sorrindo disse estar feliz demais em estar presente nos Jogos com os melhores do mundo e também com estrelas de outras modalidades. Isabell Werth, também forte candidata ao ouro, garantiu: “Charlotte é favorita. Para o Carl Hester eu gosto de pedir que seja um gentleman e costuma funcionar. Mas com a Charlotte é diferente… (risos). Estou muito satisfeita com o desempenho do cavalo e todos nós vamos dar o melhor na segunda-feira”. Ela agora computa nove medalhas olímpicas, sendo seis de ouro. As primeiras duas em Barcelona 1992 quando venceu por equipes e foi prata individual. Com esse resultado, a alemã igualou o recorde da holandesa Anky van Grunsven, que detém nove medalhas individuas. Se Isabell subir ao pódio na 2ª feira será a nova recordista de medalhas no adestramento em Jogos Olímpicos. Dorothee Schneider, 3ª na geral e que será antepenúltima no picadeiro em busca de uma medalha individual, declarou: “meu cavalo fez um papel brilhante, ele estava tão fácil, foi muito emocionante. Mostramos muito potencial na passage final. Vou para o Freestyle com a sensação de alívio e 50 quilos a menos. O Showtime está em forma, então não vou pressioná-lo nos treinos antes da segunda-feira”. Já o chefe de equipe e medalhista da prata britânico Carl Hester disse que vai aproveitar a folga de dois dias para fazer turismo: “vou ao Cristo rezar por uma medalha.” O time de bronze dos EUA, que fechou com 76.363%, contou com Alison Brock / Rosevelt, 73,824%, Kasey Glass Very / Dublet, 73.235% (descarte), Peters Steffen / Legolas 92, 74,622% e Laura Graves com Verdades, melhor resultado da equipe, 80,644% e 5ª invidiidual no Grand Prix Special. A Holanda ficou em 4º, 74.991%, seguida pela Suécia, 74.370%, e Dinamarca, 74.346%. Fonte: Brasil Hipismo com infos e fotos FEI – Richard Juilliart
Santamarense João Victor Oliva, melhor brasileiro no Adestramento na Rio 2016

Após a participação dos dois últimos brasileiros Luiza Tavares de Almeida e João Victor Oliva no Complexo Olímpico de Deodoro, a equipe brasileira de Adestramento se despede dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. O quarteto mais jovem das equipes do hipismo registrou a média final de 67.562%, ficando na 10ª posição do ranking por equipe. João Victor com Xamã dos Pinhais fechou com 68,071%, melhor índice brasileiro em Jogos Olímpicos, na 46ª colocação. Giovana Pass, a caçula da equipe, montando Zingaro de Lyw, 67.700%, chegou em 47º lugar, Luiza com Vendaval 4, 66,914%, foi 49ª e Pedro Tavares de Almeida com Xaparro do Vouga, 65, 971%, 53º. João Victor, que é campeão sul-americano e medalhista de bronze por equipe nos Jogos Pan-americanos de Toronto, saiu satisfeito com o resultado final, especialmente por ter feito a maior pontuação de sua carreira em uma prova no Brasil. “Gostei muito da minha prova, fiquei bastante emocionado de estar aqui, competindo em casa, em uma competição grande, uma Olimpíada. Estou bem feliz com o meu cavalo. Foi o melhor resultado da minha carreira aqui no Brasil. Essa experiência vai valer muito para os próximos Jogos. É um orgulho ouvir o locutor me chamar, a gente pensa em todo o trabalho que tivemos, todos que participaram desse processo todo de preparação. Senti o cavalo bem tranquilo na mão, foi ótimo”, comenta João Victor. Para a final por equipes, os seis melhores classificados se apresentam novamente, nesta sexta-feira, 11, junto com os 8 melhores colocados no individual. E, finalmente, os 18 melhores se apresentam novamente no próximo dia 15 no Freestyle Grand Prix. A Alemanha lidera com 81,295%, seguida pela Grã Bretanha, 85,071% e os EUA, 78,071%. Já na classificação individual, o show rolou por conta da britânica Charlotte Dujardin com Valegro, dupla campeã olímpica 2012 e mundial 2014, que registrou nada menos que 85,071%, batendo demais 59 conjuntos. Da 2ª à 4ª colocação só deu Alemanhã com Kristina Sprehe com Desperados, 82,357% e Dorothee Schneider, com Showtime FRH, 80,966%, e Isabell Werth com Weihegold Old, 80,643%. Rumo a decisão Para a final por equipes, os seis melhores classificados se apresentam novamente, nesta sexta-feira, 11, junto com os 8 melhores colocados no individual. E, finalmente, os 18 melhores se apresentam novamente no próximo dia 15 no Freestyle Grand Prix. A Alemanha lidera com 81,295%, seguida pela Grã Bretanha, 85,071% e os EUA, 78,071%. Já na classificação individual, o show rolou por conta da britânica Charlotte Dujardin com Valegro, dupla campeã olímpica 2012 e mundial 2014, que registrou nada menos que 85,071%, batendo demais 59 conjuntos. Da 2ª à 4ª colocação só deu Alemanhã com Kristina Sprehe com Desperados, 82,357% e Dorothee Schneider, com Showtime FRH, 80,966%, e Isabell Werth com Weihegold Old, 80,643%. Resultado completo Fonte: CBH
Marcio Appel fecha sua experiência nas Olimpíadas do Rio com saldo positivo

O cavaleiro nascido no Clube Hípico de Santo Amaro, Marcio Appel, fechou nessa terça-feira, 9/8, a participação na primeira olimpíada de sua carreira, com a realização da prova de Salto no Complexo Esportivo de Deodoro. Sem dúvida Marcio cumpriu seu papel dentro da equipe brasileira completando a prova de Concurso Completo de Equitação, considerado o triatlo equestre, uma das provas equestres mais difíceis, que exige muita resistência de animais e ginetes. Após a fase de adestramento e de um duro percurso de cross-country, considerado um dos mais difíceis dos últimos tempos, com saldo de 19 conjuntos eliminados ou desistentes, Marcio Appel e Iberon JMen terminaram o percurso de salto com 16 pontos por faltas. Fora da zona de classificação, o cavaleiro encerrou sua participação nos Jogos do Rio na 39ª posição, com 137.60 pontos perdidos. “Eu estava esperando um pouco mais do meu resultado, meu forte no CCE é essa prova de salto. Eu vim dessa modalidade, o meu cavalo também, mas realmente é muito diferente você saltar depois do cross. Os cavalos chegaram exaustos. Acho que eu podia ter evitado uma ou duas faltas, mas no geral acho que a minha primeira participação em Olimpiada foi muito boa”, comentou Marcio Appel. Todos os conjuntos brasileiros chegaram à prova final de Salto, feito conseguido apenas pelas equipes da França, Grã-Bretanha e Rússia. Com 280.90 pp a equipe integrada por Marcio e Iberon, ao lado de Marcio Carvalho Jorge / Lissy Mac Wayer, Ruy Fonseca / Tom Bombadill Too e Carlos Parro / Summon Up The Blood finalizou sua participação entre as dez melhores do mundo, na 7ª colocação, à frente de equipes fortes como Canadá e Estados Unidos. Essa foi a segunda melhor marca da história, uma vez que o Brasil foi 6º em Sydney 2000. Na classificação individual, o Brasil ficou com dois cavaleiros entre dos 25 melhores, Carlos Parro, o Cacá, com Summon up the Blood e Marcio Jorge montando Lissy Mac Wayer, que disputaram a final individual, garantindo o 18º e o 25º posto respectivamente. Ruy Fonseca com Tom Bombadill Too foram eliminados por queda na prova de salto.
Thomas Wolff chefia clínica veterinária de 1ª linha nos Jogos Rio 2016

Enquanto os atletas das disciplinas equestres estão focados nos prêmios, seus colegas equinos no Centro Olímpico Equestre contam com acesso a um aparato veterinário como nenhum outro. Uma clínica equestre de mil metros quadrados dentro dos estábulos do Complexo Esportivo de Deodoro tem especialistas prontos 24 horas por dia, que vão atender também os cavalos das Paralimpíadas no próximo mês. Com uma forte equipe de 130 veterinários do Brasil e do mundo todo, a clínica conta com especialistas das mais diversas especialidades como: cirurgiões, anestesistas, especialistas em imagem e radiografia, ultrassonografia, patologistas e endoscopia. A clínica ainda oferece centro cirúrgico de emergência, cocheiras acolchoadas para recuperação, nove ambulâncias totalmente equipadas e uma rede de fisioterapeutas para manter os animais sempre em forma enquanto sua temperatura, alimentação, água, e peso são constantemente monitorados pelos tratadores e veterinários especializados. Apesar de estarmos no inverno no Brasil, as temperaturas têm flutuado muito, então manter os cavalos com uma temperatura corporal baixa, principalmente após o exercício é fundamental. Todos os dias, 46 mil litros de água e 400 quilos de gelo são usados para esfriar e banhar os cavalos após os treinos e provas. Além disso, os atletas equinos e humanos podem contar com tendas equipadas com ventiladores e aspersores de vapor de água ao final do cross-country e próximo às áreas de aquecimento do Salto e do Adestramento. “A saúde e o bem estar dos nossos cavalos são a nossa prioridade durantes os Jogos”, diz o Dr. Thomas Wolff, brasileiro presidente da Comissão Veterinária dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. “Muitos veterinários vieram junto com os cavalos e ótimo ver como eles estão impressionados com nossas instalações.” Wolff, que terá a seu lado a também brasileira Juliana de Freitas como Gerente dos Serviços Veterinários, é o veterinário da Confederação Brasileira de Hipismo há 15 anos e esteve com a equipe brasileira nas Olimpíadas de Seul e Pequim. “Nossos cavalos merecem o melhor, e é o que estão tendo nesses primeiros Jogos da América do Sul. Sabemos tudo que acontece com cada cavalo em cada segundo do dia, graças ao nosso sistema de monitoramento. Estamos agora esperando para ver as medalhas e os recordes olímpicos”, finaliza Wolff. Com as fontes Brasil Hipismo e FEI
Time Brasil de CCE vira em 6º lugar para Final na Rio 2016
Na segunda-feira, 8/8, diante de um percurso de cross country muito difícil, em que 18 cavaleiros foram eliminados ou desistiram, o Brasil entrou na pista buscando subir algumas posições no ranking geral da disputa olímpica. A segunda prova da modalidade, que exige bastante tanto do cavaleiro quanto do cavalo, teve o percurso de aproximadamente 6km e 33 obstáculos e um total de 45 esforços. Ao final, a equipe subiu quatro posições no ranking, fechando o dia em 6º lugar. Nesta terça, 9, acontecem as duas provas de salto, pela manhã por equipe e na parte da tarde, a disputa pelo individual em que os 25 melhores do ranking geral competem. Estreante nos Jogos Olímpicos, o cavaleiro santamarense Marcio Appel abriu o dia com um percurso firme, sabendo das dificuldades que encontraria na pista. Com o resultado da prova no cross, ele ocupa a 36ª posição no ranking geral. “Foi um percurso bem difícil. A gente já sabia que seria assim, e o que todos estão dizendo é que desde Sidney não tinha um Cross tão difícil. Mas eu consegui uma boa prova. Meu cavalo veio muito bem, mas no final eles realmente ficam bem cansados, e precisei contornar um obstáculo. Andamos a pista ontem algumas vezes, sabíamos aonde precisaríamos segurar um pouco, mas o cavalo cansa, é normal. A ideia era eu fazer uma prova mais segura, assim os outros brasileiros, que são mais experientes, podem arriscar mais. E assim foi feito”, comenta Appel, 39º colocado, com 121.60 pontos perdidos. Disparando no ranking geral, fechando o dia 7º, após passar muito bem pelo percurso do cross, Carlos Parro destaca as dificuldades e o desejo de manter uma boa posição para que cheguem bem para a prova de saltos, nesta terça-feira. “Foi muito boa a minha passagem, é sempre bom termos alguém da equipe que já tenha saltado, eu estava me preparando na hora, então não consegui ver muito. Mas é um percurso difícil mesmo, estamos em uma olimpíada, então sempre teremos essas dificuldades. Queremos muito um bom resultado hoje para que amanhã, nas finais do salto, a gente possa colocar um pouco mais de pressão na prova”, comemora Parro, que computa apenas 50,30 pontos perdidos. Ruy Fonseca enfrentou dificuldades no percurso do cross com dois desvios. Ruy ocupa, no ranking geral, a 47ª posição, 158,80 pontos perdidos. “O cavalo começou bem, mas tivemos, em um momento, um desvio bobo, e eu não consegui fazer voltar ao eixo. Sei que ali a minha prova individual não dava mais, mas era importante terminar para a equipe. Ficou abaixo do que eu esperava, o meu cavalo nunca teve isso, estamos juntos desde 2009. Mas acontece. A prova está muito técnica, difícil. Mas o nosso plano era esse, depois do Marcio, o Carlos, eu e o Marcio Jorge iriamos para a prova com tudo, e aí você está sujeito a isso”, comenta Ruy. Fechando o dia de competições no Complexo de Hipismo em Deodoro, Marcio Carvalho Jorge com Lissy Mac Wayer chegou a ter um desequilíbrio em um obstáculço e quase foi eliminado. Após análise do juri que considerou que o conjunto estava dentro da regra fechou o cross com apenas 20 pontos perdidos e o total de 70 assumindo a 24ª posição, colocando Brasil de volta na briga por medalhas. “Foi uma boa prova, mas bem difícil, acho que conseguimos recuperar pela estratégia na equipe, o meu individual não tem como, também pelo adestramento de ontem. A égua afundou um pouco na água em um dos obstáculos, teve um desequilíbrio, mas conseguimos contornar. Agora vamos para a prova do salto e recuperar esses pontos”, comenta Marcio Jorge. Com esse resultado, o Brasil subiu para 6ª posição na classificação geral totalizando 242.90 pp. A liderança está com a Austrália, seguida pela Nova Zelândia e França, 150,30, 154,80 e 161 pp. No individual, Christopher Burton com Santano II vem à frente, 37.60 pp. Resultado completo CHSA com CBH e MKT Mix Comunicação
Mulheres faturaram oito pódios da 7ª etapa da Copa Santo Amaro de Salto

Mais de 800 inscrições garantiram o sucesso da competição que movimentou as pistas de areia e grama do Clube Hípico de Santo Amaro (CHSA) entre 5 e 7/8, ao longo de três dias de disputas acirradas, torcida e congraçamento entre tops da modalidade em atividade no país e amazonas e cavaleiros iniciantes. Depois da vitória de Francisco Musa/Criswood no GP Sanol Dog, a 1.40m, no sábado, 6/8, no domingo foi a vez de Rodrigo Chaves Nunes/Aachen Ipiranga no mini-GP, a 1.30m. A soma dos resultados de dois dias de provas definiu os campeões da classificação geral de 1 a 1.20 metro, em que dez entidades foram representadas no lugar mais alto do pódio. E as mulheres deram um show, faturando oito dos dez títulos em disputa. Confira quem foram os campeões e vices. Mini-mirim (1,00m) Campeã: Maria Julia Navarro/Quality da Lagoa (HTA) Vice: Nicole Lua/Appel (CHGV) Jovem Cavaleiro B (1,00m) Campeã: Caroline C. Blaauw/Zeus USP (SP) Vice: Daniela Ogawa/Endeavour (CHSA) Amador/Master B (1,00m) Campeã: Carla Camila Oregana Guerra/Gladiador JMen (HITING) Vice: Bruno Alvez/Ruanda JMen (HITING) Jovem Cavaleiro A/Pré-Mirim (1,10m) Campeã: Victoria Martins Janz/Grafee das Umburanas (CHSA) Vice: Camila de Siqueira/SL Important (CHSA) Amador/Master (1,10m) Campeão: Miguel Rodes Faus/First Love (CHSA) Vice: Flávia Helena Junqueira Lopes/Amy Wine House (CHSA) Jovem Cavaleiro/Mirim (1,20m) Campeã: Larissa Honda/Evissa M (CHGV) Vice: Paula Maluf/Idort Pharamond JMen (CHGV) Amador/Master (1,20m) Campeão: Rogério Ottoni Angelini/Quintender I JMen (SHCF) Vice: Stefanie Buck Marques/Rpmena JMen (CHSA) Iniciante (0,90m) Campeã: Gabriela Barbosa/Xereta Médoto (CHS) Vice: Lara Rizzi Bueno Silveira/Lordrino (HTA) Iniciante (0,80m) Campeã: Gabriela Barbosa/Xereta Método (CHS) Vice: Gabriela Lima G. Vaz/Siroco (EJA) Iniciante (0,60m) Campeã: Isabela Gomes Galvão Vieira de Moraes/Simba (CHSA) Vice: Mariana Oliveira/Patric (EECHSA) Rumo ao Nacional 3* dos 81 anos do CHSA Vencedores das categorias agrupadas na soma de duas provas de 1 a 1.40 metro da 7ª etapa foram contemplados com um prêmio extra: inscrição gratis para o Concurso de Salto Nacional (CSN3*), principal atração na comemoração dos 81 anos de aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro que acontece de 31/08 a 04/09. Resultados completos Fonte: CHSA
Rodrigo Nunes bate 100 concorrentes no Mini GP da 7ª Copa Sto Amaro

Nada mais, nada menos do que 101 cavaleiros e amazonas entraram em pista para a disputa do Mini GP da 7ª etapa da Copa Santo Amaro, neste domingo, 7/8. Mas a vitória veio para o novo representante da casa, Rodrigo Chaves Nunes com Aachen Ipiranga. Vinte e quatro concorrentes zeraram o percurso com obstáculos de 1,30 metro de altura, desenhado por Gabriel Malfatti. Ao retornar para o desempate, 12 voltaram a passar sem faltas. Super rápidos, Rodrigo e Aachen foram os únicos a ficar na faixa dos 34 segundos, com 34s21. Andréa Guzzo Muniz com Constantin JMen chegaram em 35s17 na 2ª colocação, com Ricardo Monteiro da Luz e Jaboticaba logo atrás, na marca de 35s19, em 3º lugar, ambos pelas cores do Clube Hípico de Santo Amaro. Rafael Ribeiro, do Centro Hípico Granja Viana, ficou com o 4º posto sobre o doso de Churra, 35s22. Completando o pódio do disputado Mini Gp, que pagou 15 mil reais em espécie, Raphael Leite e Chiara JMen ficaram em 5º, 35s26, e Bruno Pessanha com Transwaal Honnete de Muze em 6º, com 35s33. Resultados completos
Brasil termina 1º dia do CCE na 9ª colocação e parte para o cross na Rio 2016
Concluindo a primeira parte do triátlon equestre, a equipe brasileira mantém a média das notas no adestramento e sobe uma posição na competição do Concurso Completo de Equitação. Neste domingo, 7/8. segundo dia de provas, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge entraram na pista para a apresentação de suas reprises. Nessa segunda-feira, 8/8, acontece a prova de cross country e na terça, 9, o salto, encerrando a disputa por equipe e individual. Ainda pela manhã, Ruy Fonseca montando Tom Bombadill garantiu a nota 46.80, ficando na 26ª posição geral. Marcio Carvalho Jorge, com a égua Lissy Mac Wayer, o último dos 65 conjuntos a entrar na pista, conquistou 50.00 dos juízes, ficando na 44ª posição. Com essa pontuação a equipe brasileira ocupa o 9º lugar no ranking da competição. Dono de duas medalhas da última edição do Pan Americano, em Toronto, prata por equipe e bronze no individual, Ruy destaca a evolução da equipe, e ainda espera recuperar a pontuação nas próximas provas. “Os resultados estão dentro do nosso objetivo. A prova do adestramento não é a que vai decidir, ainda temos o cross e o salto. Estamos a poucos pontos do líder, essa distância já foi bem maior, a equipe evoluiu. Essa diferença aqui significa uns 10 segundos no cross, uma falta na prova do salto. Até a última bandeira do salto, muita coisa muda. Esse é o lance do nosso esporte, você precisa ser completo nas três fases”, comenta Ruy. Depois de uma prova sem um resultado satisfatório, Marcio Jorge foca nas próximas fases e explica o temperamento da égua. “A minha égua é brava, a gente sabe. Então toda vez que entramos na pista é isso. Ela pode ir muito bem, como pode não ir tão bem, fica irritada. Pode acontecer o que aconteceu, uma pena. Ela estava bem até o meio da prova, mas depois do passo ela ficou brava. E aí qualquer notinha faz a diferença no fim. Agora é ir para o cross amanhã e fazer o melhor para recuperar a pontuação”, diz Marcio. O estreante nos Jogos Marcio Appel, 37, com o cavalo Brasileiro de Hipismo Iberon JMen foi primeiro brasileiro em pista no domingo, 7, levantou a torcida e fechou 57,20 pp. Mesmo mediante os aplausos e gritos de incentivo ainda antes da competição, Marcio se manteve calmo e seu cavalo também. “É muita emoção estar aqui. Minha primeira Olimpíada e competindo no Rio, em casa. A galera vibrou bastante. Não é o normal esse agito todo, tentei me manter tranquilo e meu cavalo também se manteve tranquilo. Ficamos dentro da expectativa. Os próximos brasileiros virão fortes no adestramento. Vou tentar recuperar no cross-country e no salto”, comentou Marcio. Já Carlos Parro com Summon Up The Blood fez uma boa apresentação e fechou com 47.30 pp. De volta aos Jogos Olímpicos após 16 anos, Carlos Parro, 37, se sente satisfeito com o desempenho do cavalo, e quer subir a nota com a prova do cross. “A prova hoje foi muito boa. Para o cavalo foi muito boa, não poderia ter sido melhor. O que eu queria era exatamente isso, ele tem feito provas assim na Europa, queria fazer o mesmo. A atmosfera aqui é maior, queria que ele se sentisse no mesmo clima. Nós brasileiros temos um bom desempenho no cross, a expectativa é sair de um resultado no adestramento que a gente não fique muito longe, para podermos recuperar com a pontuação do cross”, comentou. Nesta segunda, dia 8, as provas do cross começam as 10h, no Complexo Olímpico de Hipismo. Todos os competidores realizam o percurso no mesmo dia. Entre os brasileiros, Marcio Appel é o primeiro a entrar, seguido por Carlos Parro, Ruy Fonseca e Marcio Carvalho Jorge. Assim como a pontuação do adestramento, a prova de cross conta pontos para a competição por equipe e individual. A Alemanha lidera com 122,00 pontos perdidos, seguida de perto pela França, 122,20 e a Austrália, 126,40. O Brasil computa 144,10 na 9ª colocação. No individual, o britânico William Fox-Pitt com Chilli Morning fechou o adestramento na liderança da competição com apenas 37 pontos perdidos. Ordens de Entrada e Resultados Com a fonte: MKT Mix Comunicação