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Pista Sérgio Brandão ganha nova placa e escultura em homenagem ao cavaleiro

Essa semana, a pista Sergio Brandão será um dos palcos da 1ª Etapa do 33º Torneio de Verão. A pista Sergio Brandão foi inaugurada em 24 de fevereiro de 2019 com presença do cavaleiro Sergio Brandão, sócios e amigos. Brandão, exímio cavaleiro e treinador da casa, veio falecer em outubro de 2019. Nessa segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021, o CHSA – com presença do presidente Alexandre Leonor e da diretora de Salto Camila Messias – inaugurou uma nova placa e escultura ao lado dessa que é a mais nova pista do clube e em muito contribui para os treinos diários e realização dos maiores concursos do país. “Essa pequena nova homenagem em memória ao sócio Sergio Brandão é especial para todos nós. Além de ter sido sócio e grande amigo do clube, Brandão foi sem dúvida um grande cavaleiro”, destacou Alexandre Leonor, presidente do CHSA. Sobre Sérgio Brandão Pernambucano, carioca, mas santamarense de coração Sérgio Brandão Gomes é parte da história do Clube Hípico de Santo Amaro. Brandão é exímio formador de cavalos. Entre os seus mestres no início de carreira na Sociedade Hípica Brasileira no Rio estão Helio Pessoa, Rita Bezerra de Melo e também a amazona de adestramento Diana Osward. Foi em 1974 que Brandão, aos 25 anos, chegou em Santo Amaro para trabalhar com o então presidente Moncelo Almuli. Nunca mais deixou São Paulo. Teve grandes vitórias montando Lord, que era de propriedade de Robertinho Kalil, que também costumava lhe emprestar a super égua Coca-Cola. O cavalo Pepino Voador, de propriedade de Paulo Bismark, também é parte da memória de todos que tiveram a oportunidade de ver Brandão em pista. Mas não tem como falar da carreira esportiva de Brandão, sem lembrar de Baturité com o qual venceu importantes GPs em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e, é claro, em São Paulo.   CHSA com fotos: Silvia Milani

1º Clássicos Brasil premia carros antigos nacionais

São Paulo, janeiro de 2015 – Saudosismo e realização foram as palavras que marcaram o 1º Clássicos Brasil, exposição de carros clássicos nacionais, que aconteceu este fim de semana, 23 a 25/1, no Clube Hípico Santo Amaro, em São Paulo.“A ideia de fazer o evento surgiu parar valorizar todos os carros da indústria nacional e a indústria dos fora-de-série, o carro nacional tem todo respeito do brasileiro. Estamos emocionados e felizes com esta primeira edição e repletos de planos para o ano que vem”, diz José Ricardo de Oliveira, da ZR Soluções Automobilísticas, organizador e realizador do evento.     No evento foi possível ver de perto raridades de colecionadores, carros que pouco rodam e com muita história. Uma verdadeira realização para quem gosta de automóveis antigos. “As pessoas se emocionavam… Esses carros clássicos carregam a história da indústria automobilística nacional e da sociedade da época. Deveriam ser vistos e considerados realmente como uma atividade cultural brasileira”, diz Oliveira.   Premiação Entre os cerca de 130 carros inscritos, três raridades do acervo da FIAT, 32 foram premiados pelo evento, divididos em categorias. Vale ressaltar que para efeito de premiação foram considerados veículos com mais de 30 anos de fabricação e 80% original.   Foram oito juízes, especialistas na área, que tiveram a difícil e importante missão de escolher os melhores dos melhores: Carlos Eduardo Albuquerque, colecionador e restaurador; Fabio de Cillo Pagotto, engenheiro,editor da revista Collector’s Magazine nos anos 90; Gabriel Marazzi, jornalista especializado em automóveis; Lincoln Gomes de Oliveira, engenheiro da área automotiva; Luciano Dallago, colecionador e restaurador;Paulo José Meyer Ferreira – ex piloto de competição internacional, publicitário, colecionador especializado em automóveis brasileiros e alemães; Portuga Tavares, jornalista do setor automotivo e consultor do Programa Auto Esporte da TV Globo e Reynaldo Scalco JR, colecionador.   Para receber o troféu cada carro ‘desfilou’ na Alameda dos Clubes, um caminho que tinha bandeiras de clubes federados a Federação Brasileira de Veículos Antigos, como forma de homenagear estes apaixonados do antigomobilismo. Na categoria JK (veículos fabricados até 1960), que retrata a infância da indústria automobilística brasileira, com os primeiros modelos fabricados por aqui, ainda com algumas (ou muitas) peças importadas e similares aos modelos de origem das matrizes das fábricas, foram premiados: Romi Isetta (1956) – de André Beldi, DKW Universal (1956) – Flavio Gomes e VW Kombi Standard (1960) – Walter Beringhs e VW Monarca – Alexandre Atie Murad.   Na categoria Tropicalismo (entre 1961 e 1966) – época em que os veículos passaram a ter alto índice de nacionalização (mais de 90%) e isso incrementou a indústria de autopeças nacional. Projetos, alterações e modelos brasileiros, exclusivos surgiram, consolidando o parque industrial do Brasil – foram premiados: Esporte Brasília (1961) – Sergio Campos, DKW Belcar 1000 (1963) – Stevens Beringhs, Fusca 1200 Pé de Boi (1965) – Paulo José Meyer Ferreira e Willys Renault Teimoso (1966) – Paulo José Meyer Ferreira. Na categoria Milagre Brasileiro (entre 1967 e 1973) – nesse período aconteceu um grande desenvolvimento, devido a diversos investimentos das fábricas, fortalecendo ainda mais nossa indústria. Isso durou até a crise mundial do petróleo, no ano de 1973 – foram premiados: Willys Itamarati Executivo Limusine (1967), Opala 3800 (1969) – Reynaldo Scalco, Shark (1970) – Sergio Trivelatto,Galaxie 500 (1971) – Fernando Ceolin, Karmann Ghia Coupé (1971) – Walter Beringhs, Ford Corcel GT (1971) – Sergio Vaz, Alfa Romeo JK (1972) – Wamderlei Natali, VW Variant (1972) –José Mateus Lopes e Galaxie LTD Landau (1973) – André Beldi.   Na categoria Geração Disco (entre 1974 e 1982) – esta época foi marcada pelo lançamento de uma nova geração de carros médios, menores e mais econômicos (uma forma encontrada para sobreviverem a crise do petróleo) e pelo fechamento do mercado para importações de automóveis a partir de 1975 – foram premiados:Dodge Charger R/T (1972) – Reinaldo Silveira, Ford F 75 (1973) – Alemão TiTiTi, Maverick Coupé V8 (1974) – Gregory Vaz, Maverick Sedan V8 (1974) – Andre Vaz, Chevrolet Chevette (1974) – Carlos Locatelli, VW Brasilia(1976) – Alexandre Artea, Dodge Dart 4 portas (1977) – Fabio Batistini e Envemo Super 90 (1981) – Fernando Hormain. E, na categoria Nova República (entre 1983 e 1992) – nesta época as grandes fábricas se globalizaram e surge o conceito do ‘Carro Mundial’, fabricado em diversos países e com componentes vindos de diversas fábricas, fornecedores e filiais de vários países. Isso até a abertura das importações pelo governo no inicio da década de 1990 – foi premiado o Escort L (1985), de Erwin Moretti. O 1º Clássicos Brasil também teve uma premiação especial que destacou os veículos: Galaxie Ambulância (1969) – Clássicos Caslini, Fusca de Competição AUTOZOOM – Oswaldo Guilherme Decanini, Fiat 147 – acervo Fiat, GM Carbrasa Escolar (1962) – Ônibus Colégio Dante Alighieri, Dogde 180 – acervo Fabio Steinbruch e Puma GTE Espartano (1972) – Heinzjurgen Halle. Leo Steinbruch, também criou o prêmio Fábio Steinbruch, em homenagem ao irmão, a quem o 1º Clássicos Brasil foi um tributo. Por ele foram premiados cinco carros: Dodge Charger R/T (1971) – Pedro Ramiro Horn, Maverick GT (1977) – José Roberto Vaz, Puma DKW (1967) – Ricardo Prado, Puma GT (1968) e Willis Interlagos (1966) – José Adolfo Bastos. O evento A intenção é que em cada uma das próximas edições tenha o lançamento de um carro. Como foi o caso do Monarca 1954, que foi desenvolvido e montado por Olivier Monarca, projeto a partir de um Porsche 356. Há alguns anos Oliveira o achou e o resgatou, pesquisando toda sua história e colhendo fotos da época. Posteriormente foi comprado pela família Murad, que fez todo o processo de restauração e, 60 anos depois, repaginado, foi lançado no Clássicos Brasil, representando o começo dos carros fora-de-série no país.     O evento contou também com Espaço Kids com brinquedos para divertir as crianças e Espaço Mulher com direito a massagem.“Foi muito bom ver as famílias passeando e se divertindo, pais e filhos apreciando os carros, crianças brincando, mulheres se distraindo. Era o que queríamos: um

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