Ir para o conteúdo

Triênio de ouro marca os 90 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

Após seis mandatos e os últimos três anos e meio consecutivos com Francisco Mari, o Kiko, na presidência do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), o maior e mais completo polo hípico do país, completou 90 anos de história em 2025. “Foram quatro anos de 2003 a 2006, depois de 2017 a 2019 e novamente de meados de 2022 a 2025”, lembra Mari. “Em toda essa experiência, não tivemos um período como o último que considero um triênio de ouro para o clube. Acho que vai ser muito difícil repetir e não porque foi a nossa gestão, mas devido a uma série de fatores juntos. Então foi muito prazeroso, a gente fez muita coisa, melhoramos muito o clube.” Ainda antes deste último período da gestão de Francisco Mari frente à diretoria executiva do clube, o hipismo – especialmente no Estado de São Paulo – registrou um boom, embora o motivo não tenha sido dos melhores: a pandemia da Covi-19. “Com certeza, a pandemia contribuiu muito no crescimento do Clube e esporte como um todo. A gente viu muito mais gente nas provas e os leilões de cavalos super bombados. Quer dizer, o hipismo como é um esporte ao ar livre acabou tendo muito procura, o que também notamos em nossa Escola. Já desse momento em diante, o clube andou muito bem”, analisa o dirigente. Obras e melhorias E, sem dúvida, graças à excelente gestão financeira com Kiko na presidência, as obras prosperaram em todo clube. “A gente mexeu, basicamente, em todas as áreas do clube. Reformamos todas as pistas com piso de última geração e refizemos a pista junto ao complexo da Escola de Equitação, que hoje é uma das melhores do clube com quase 11 mil metros quadrados, elogiada por todos, até mesmo pelos cavaleiros visitantes. Já na pista Sergio Brandão, além da reforma completa do piso, agora temos duas pérgolas para conforto do público e iluminação noturna. Também reformamos todos os picadeiros cobertos, bem como os picadeiros de adestramento. Atualmente todas as nossas pistas têm sistema de irrigação. Então, estamos muito bem implantados nesse campo”, destaca Kiko. “A principal obra, que infelizmente não vou conseguir inaugurar por completo, é o novo complexo da piscina. A piscina está pronta, mas o vestiário e a academia não vão ficar prontos até o final da minha gestão. Mas o que vale são as benfeitorias para o clube e agora quero aproveitar mais o clube como sócio.” Tampouco faltou investimento na infraestrutura geral como, entre outros pontos, a aquisição de energia no Mercado Livre, perfuração poço de mais de 180 metros, aterramento completo da fiação elétrica, a troca de 80% dos telhados das cocheiras da Vila Hípica e a reforma da casinha de Volteio, bem como da faixada e telhado da Casinha do Museu. Também foram adquiridos novos tratadores e carrinhos elétricos. Destaque ainda para instalação de uma parede de vidro dupla. “Hoje os balanços da auditoria estão sendo entregues dentro prazo e feitos na ordem do estatuto”, pontua o dirigente. Outro ponto positivo foi a bem-sucedida terceirização do Bar & Restaurante por um serviço de alta qualidade e sem risco de prejuízo para o clube. “Quando a gente entrou, a terceirização do restaurante não tinha sido aceita pelo Conselho. “Mexemos as pedrinhas” e conseguimos aprovar o La Vieiras como Restaurante do clube. E o mais legal de tudo é que, dos 20 e poucos funcionários que trabalhavam no Restaurante do Clube, não levamos nenhuma ação trabalhista. Fizemos nossa obrigação de pagar super bem e, ao final, deixamos todos contentes. Tivemos coragem, trabalhamos e hoje é um alívio para o clube não ter essa responsabilidade de gerir o Restaurante. Além do alívio financeiro de mais de um milhão de prejuízo ao ano e entrada fixa de aluguel”, analisa Kiko.  Vale ainda destacar as melhorias na infraestrutura da Sede Social, com a reforma do Bar, a troca de mobiliário do restaurante e varanda, e o novo sistema de ar-condicionado. Ao mesmo tempo, o trabalho contínuo de um engenheiro florestal, replantio de árvores nativas, manutenção de um viveiro com mudas e a troca de mudas com outros viveiros externos vêm de encontro ao maior legado único do clube: a preservação da área verde do clube. “Os piquetes também foram reformados, sempre priorizando o bem-estar dos cavalos. Fora todo o processo de poda de árvores que fizemos no clube para enfrentar o problema de vendaval e não ter árvores caindo o tempo todo, dando mais segurança a toda nossa comunidade, aos cavalos do clube e dos que vêm para os concursos. Além disso, toda área da Vila Hípica para eventos (Circo) foi reformada, facilitando a organização e limpeza”, pontua Kiko. “Uma coisa que eu me orgulho e sempre lembro – uma vez que sou do tempo do Cel Renyldo Ferreira, ex-presidente do CHSA e conhecido pelo seu cuidado com a área verde e em especial com pista de grama. Antes da minha última gestão, peguei ela totalmente destruída, cuidamos e hoje ela está impecável.” Outros marcos e projeção Em 2025, em trabalho conjunto com o Conselho, então liderado pela Karina Smith, o clube contou com entrada de mais de 50 sócios. O equilíbrio financeiro, de fato, é uma das marcas da última gestão. “Eu tenho muita experiência financeira no meu dia a dia e conheço o clube muito bem. Uma coisa que a meu ver é importante para o ano que vem é não ter preocupação inicial em fazer obra, mas primeiramente fazer o caixa subir. A obra vem depois que você corrige o caixa. Para manter o clube como se deve, ou seja, limpo e bonito, já é muito caro”, aconselha o Kiko.  O ano de 2025 teve um marco mais que especial: a comemoração dos 90 anos do CHSA, com um Internacional e Nacional de Salto.  “Eu era presidente no Aniversário dos 70 anos do clube e na época foi lindo. Eu lembro que todo mundo elogiou, foi uma prova superlegal. Mas agora o Aniversário dos 90 anos foi um momento de

Zé Roberto Reynoso, após um hiato de 5 anos, garante o hexa Brasileiro Senior Top

No domingo, 13/7, José Roberto Reynoso Fernandez faturou o título de campeão brasileiro Senior Top (rendimento máximo), a 1.55/1.60m, no Clube Hípico de Santo Amaro (SP) e, de quebra o hexa brasileiro 2025/2020/2019/2018/2016/2015. O cavaleiro olímpico paulista José Roberto apresentou Tanagra JMen, égua BH de apenas 10 anos que fez sua estreia nesse nível de competição. A dupla fechou as três provas – totalizando quatro percursos armados por Erica Sportiello – com apenas 1 falta na 1ª volta do GP Final e novamente pista limpa na 2ª volta. O vice-campeonato coube ao brasiliense Flávio Grillo Araújo com Lorentino JMen, campeão do ranking brasileiro Senior Top 2024, com apenas oito pontos perdidos ao longo da competição, uma no primeiro dia e uma na 1ª volta do GP. Já o 3º posto foi do atual campeão pan-americano e cavaleiro olímpico Stephan Barcha, que veio especialmente da Europa para a competição, e montando Chevaux Chantily JMen, emplacou em 3º lugar, mantendo a liderança do ranking brasileiro Senior Top 2025 após 6 de 11 etapas. Zé Roberto, sem dúvida, estava mais que satisfeito. “É uma alegria muito grande. A Tanagra é uma égua que eu monto desde nova, escolhi ela lá na Haras Agromen. Sempre tive muito carinho, gostava muito dela, uma égua que poucas pessoas acreditavam. Mas eu sempre tive um sentimento muito bom por ela. Gostava de chegar e montar ela primeiro. Ela teve um acidente e um tumor travou um pouquinho a traqueia dela e tivemos que interromper a trajetória dela. Foi operada e agradeço muito toda a equipe veterinária que se empenhou na recuperação dela”, destacou Zé. “Quando ela voltou ainda fraca, nunca desistimos e sempre acreditamos nela. E hoje a gente deu a volta por cima”, contou o campeão. “No último GP no Rio já saltamos bem. Agora eu estava meio na dúvida se já era hora de fazer um Campeonato, a 1.60m. Mas aí meu sentimento e também e minha motivação de estar sempre presente nas melhores provas do Brasil, eu preferi arriscar um pouco. E ela foi me surpreendendo a cada dia, a cada percurso, a cada salto ela foi se doando e fazendo o melhor dela. Então, agradeço muito ao Haras Agromen pela oportunidade de montar ela e toda a minha equipe. Como eu sempre falo que eu não ganho sozinho, eu ganho com todos eles, porque sem eles eu não seria ninguém. Obrigado a todos vocês que torceram pela gente.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clube Hípico de Santo Amaro – Oficial (@chsa_oficial) Ao todo, o GP distribuiu 260 mil reais em premiação e contou com presença do técnico Time Brasil de Salto Piet Raijmakers ao lado de Constantino Scampini, presidente da CBH, e Francisco José Mari, presidente do CHSA que em 2025 completa 90 anos escrevendo a história do hipismo brasileiro. A disputa também foi válida pela 6ª de 11 etapas do ranking brasileiro Senior Top 2025. O próximo GP será em 24/8 na grande final do Internacional 35º Indoor Longines São Paulo Horse Show, na Sociedade Hípica Paulista. Campeonato Brasileiro Senior Top 2025Campeão José Roberto Reynoso Fernandez Filho / Tanagra JMen III – FPH – 4 ppVice Flavio Grillo Araújo / Lorentino JMen – FHBr – 8 pp3º Stephan de Freitas Barcha / Chevaux Chantily JMen – FHBR – 12 pp4º José Roberto Reynoso Fernandez Filho / Cornet Shot JMen – FPH – 19 pp5º Raphael Machado Leite / Special Marathon Nina Blue M Secco – FPH – 24 pp6º Luis Gustavo Godinho / Cezanna C JMen – FPH – 30 pp CHSA com Imprensa CBH e imagens: Felippe Saad

Newsletter nº 1 | CHSA inicia comemorações dos 90 anos: envie seus registros especiais

O CHSA comemora, em setembro, 90 anos de existência. Para celebrar o ano, iniciamos uma campanha interna para montar uma exposição de fotos, que represente a nossa trajetória, repleta de memórias, conquistas e momentos inesquecíveis. A ideia é reunir imagens de diferentes períodos desses 90 anos. Mas para isso precisamos da ajuda dos sócios. Quem tiver fotos antigas ou atuais de eventos, competições, registros especiais ou lembranças visuais vividas no Clube ao longo dessas nove décadas, por favor envie para o e-mail conselho@chsa.com.br aos cuidados de Nayara, ou entregue pessoalmente na sala do conselho até o dia 21/07/2025.

CHSA 90 anos: 2025 início de uma década memorável a caminho do centenário

Em 2025, o Clube Hípico de Santo Amaro (CHSA), oásis único na zona sul da capital paulista e referência nacional, celebra 90 anos história do hipismo brasileiro. Com a mais completa infraestrutura para prática do esporte e bem-estar dos cavalos, o ponto de encontro da família santamarense também é conhecido por sua hospitalidade e arte de bem-receber. Com 284 mil metros quadrados de área verde, o clube se diferença pela biodiversidade de mata atlântica primária com preservação e replantio de diversas espécies de árvores, pássaros raros e pequenos animais silvestres. A infraestrutura esportiva dificilmente poderia ser mais completa: quatro pistas de Salto, três de areia e uma grama, quatro picadeiros de Adestramento, um percurso de Cross-country que margeia todo o perímetro do clube, redondéis para trabalho em liberdade, raia, dois picadeiros cobertos, além da Escola de Equitação que também engloba um centro de equoterapia modelo. Vinte piquetes para descanso e lazer os cavalos, centro veterinário, cerca de 500 cocheiras e espaço para receber mais 1 mil cavalos de convidados nos grandes eventos são fatores que colocam o clube na condição de maior polo hípico da América Latina. Em 2024, a pista junto ao complexo da Escola foi inteiramente refeita com piso de última geração contando com 10 mil metros², condições ideais para prática do esporte e impacto mínimo para os cavalos. O principal palco da modalidade Salto, a pista Coronel Renyldo Ferreira, segue primando pelo seu piso perfeito e a pista de areia Sérgio Brandão recém-iluminada também está com piso reformulado.  Ao mesmo tempo, a pista de grama João Carlos Kruel, em constante manutenção, permanece como cartão-postal e palco de competições. Já o picadeiro Orlando Facada de Adestramento agora também conta com piso de última geração complementando a excelência do complexo da modalidade. Além do hipismo, o CHSA oferece uma infraestrutura completa para o lazer, outros esportes e convivência social: quadras de tênis, beach tennis, um novo complexo de piscinas, academia, Bar e Restaurante com serviço de primeira qualidade. O charme especial fica por conta do Casarão Colonial, sede histórica da antiga Fazenda de Café Itaquerê que deu origem ao clube, hoje um cobiçado local para realização de sofisticadas festas, eventos exclusivos e decoração totalmente customizável para cada ocasião.  Combinando tradição, modernidade e um compromisso exemplar com a natureza e o bem-estar, o CHSA inicia esta nova década com um crescimento do número de sócios, Diretoria e Conselho em sintonia, a ampliação de opções de lazer e um papel essencial no fortalecimento do hipismo brasileiro. Ano após ano, o clube reafirma sua contribuição incontestável para o desenvolvimento do esporte no país, em um espaço único de convivência e excelência.

plugins premium WordPress