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Vem aí o 38º Torneio de Verão no CHSA, a largada da temporada nacional em São Paulo; garanta sua vaga

A tradicional abertura da temporada nacional em São Paulo está definida e acontece no tradicional Torneio de Verão no Clube Hípico de Santo Amaro, entre 23/2 e 1/3. O Concurso de Salto Nacional 2* conta com 38 provas de 1 a 1.40m, disputadas na pista de Cel Renyldo Ferreira, com a armação de Gabriel Malfatti, e Sérgio Brandão Gomes, onde os percursos estão a cargo de Francesco Spina Schmitz. Ao todo serão distribuídos 141,7 mil reais em premiação, dos quais 15,3 destinados às categorias de cavalos novos 5, 6 e 7 anos. Todas as provas são válidas pelos rankings da Confederação Brasileira de Hipismo e abertas a todas as categorias, entre jovens talentos, amadores e profissionais, marcando a largada oficial da temporada nacional no Estado de São Paulo. A sempre bem disputada Copa Ouro, a 1.40m, acontece no sábado, 28/2, e no bem domingo, 1/3, o Clássico, a 1.45m, encerra a 38ª edição do Torneio de Verão. Inscrições: 27/1 a 17/2. Garanta a sua vaga: acesse o programa e link para inscrições. CHSA com imagem Felipe Saad

Triênio de ouro marca os 90 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

Após seis mandatos e os últimos três anos e meio consecutivos com Francisco Mari, o Kiko, na presidência do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), o maior e mais completo polo hípico do país, completou 90 anos de história em 2025. “Foram quatro anos de 2003 a 2006, depois de 2017 a 2019 e novamente de meados de 2022 a 2025”, lembra Mari. “Em toda essa experiência, não tivemos um período como o último que considero um triênio de ouro para o clube. Acho que vai ser muito difícil repetir e não porque foi a nossa gestão, mas devido a uma série de fatores juntos. Então foi muito prazeroso, a gente fez muita coisa, melhoramos muito o clube.” Ainda antes deste último período da gestão de Francisco Mari frente à diretoria executiva do clube, o hipismo – especialmente no Estado de São Paulo – registrou um boom, embora o motivo não tenha sido dos melhores: a pandemia da Covi-19. “Com certeza, a pandemia contribuiu muito no crescimento do Clube e esporte como um todo. A gente viu muito mais gente nas provas e os leilões de cavalos super bombados. Quer dizer, o hipismo como é um esporte ao ar livre acabou tendo muito procura, o que também notamos em nossa Escola. Já desse momento em diante, o clube andou muito bem”, analisa o dirigente. Obras e melhorias E, sem dúvida, graças à excelente gestão financeira com Kiko na presidência, as obras prosperaram em todo clube. “A gente mexeu, basicamente, em todas as áreas do clube. Reformamos todas as pistas com piso de última geração e refizemos a pista junto ao complexo da Escola de Equitação, que hoje é uma das melhores do clube com quase 11 mil metros quadrados, elogiada por todos, até mesmo pelos cavaleiros visitantes. Já na pista Sergio Brandão, além da reforma completa do piso, agora temos duas pérgolas para conforto do público e iluminação noturna. Também reformamos todos os picadeiros cobertos, bem como os picadeiros de adestramento. Atualmente todas as nossas pistas têm sistema de irrigação. Então, estamos muito bem implantados nesse campo”, destaca Kiko. “A principal obra, que infelizmente não vou conseguir inaugurar por completo, é o novo complexo da piscina. A piscina está pronta, mas o vestiário e a academia não vão ficar prontos até o final da minha gestão. Mas o que vale são as benfeitorias para o clube e agora quero aproveitar mais o clube como sócio.” Tampouco faltou investimento na infraestrutura geral como, entre outros pontos, a aquisição de energia no Mercado Livre, perfuração poço de mais de 180 metros, aterramento completo da fiação elétrica, a troca de 80% dos telhados das cocheiras da Vila Hípica e a reforma da casinha de Volteio, bem como da faixada e telhado da Casinha do Museu. Também foram adquiridos novos tratadores e carrinhos elétricos. Destaque ainda para instalação de uma parede de vidro dupla. “Hoje os balanços da auditoria estão sendo entregues dentro prazo e feitos na ordem do estatuto”, pontua o dirigente. Outro ponto positivo foi a bem-sucedida terceirização do Bar & Restaurante por um serviço de alta qualidade e sem risco de prejuízo para o clube. “Quando a gente entrou, a terceirização do restaurante não tinha sido aceita pelo Conselho. “Mexemos as pedrinhas” e conseguimos aprovar o La Vieiras como Restaurante do clube. E o mais legal de tudo é que, dos 20 e poucos funcionários que trabalhavam no Restaurante do Clube, não levamos nenhuma ação trabalhista. Fizemos nossa obrigação de pagar super bem e, ao final, deixamos todos contentes. Tivemos coragem, trabalhamos e hoje é um alívio para o clube não ter essa responsabilidade de gerir o Restaurante. Além do alívio financeiro de mais de um milhão de prejuízo ao ano e entrada fixa de aluguel”, analisa Kiko.  Vale ainda destacar as melhorias na infraestrutura da Sede Social, com a reforma do Bar, a troca de mobiliário do restaurante e varanda, e o novo sistema de ar-condicionado. Ao mesmo tempo, o trabalho contínuo de um engenheiro florestal, replantio de árvores nativas, manutenção de um viveiro com mudas e a troca de mudas com outros viveiros externos vêm de encontro ao maior legado único do clube: a preservação da área verde do clube. “Os piquetes também foram reformados, sempre priorizando o bem-estar dos cavalos. Fora todo o processo de poda de árvores que fizemos no clube para enfrentar o problema de vendaval e não ter árvores caindo o tempo todo, dando mais segurança a toda nossa comunidade, aos cavalos do clube e dos que vêm para os concursos. Além disso, toda área da Vila Hípica para eventos (Circo) foi reformada, facilitando a organização e limpeza”, pontua Kiko. “Uma coisa que eu me orgulho e sempre lembro – uma vez que sou do tempo do Cel Renyldo Ferreira, ex-presidente do CHSA e conhecido pelo seu cuidado com a área verde e em especial com pista de grama. Antes da minha última gestão, peguei ela totalmente destruída, cuidamos e hoje ela está impecável.” Outros marcos e projeção Em 2025, em trabalho conjunto com o Conselho, então liderado pela Karina Smith, o clube contou com entrada de mais de 50 sócios. O equilíbrio financeiro, de fato, é uma das marcas da última gestão. “Eu tenho muita experiência financeira no meu dia a dia e conheço o clube muito bem. Uma coisa que a meu ver é importante para o ano que vem é não ter preocupação inicial em fazer obra, mas primeiramente fazer o caixa subir. A obra vem depois que você corrige o caixa. Para manter o clube como se deve, ou seja, limpo e bonito, já é muito caro”, aconselha o Kiko.  O ano de 2025 teve um marco mais que especial: a comemoração dos 90 anos do CHSA, com um Internacional e Nacional de Salto.  “Eu era presidente no Aniversário dos 70 anos do clube e na época foi lindo. Eu lembro que todo mundo elogiou, foi uma prova superlegal. Mas agora o Aniversário dos 90 anos foi um momento de

Newsletter nº 3 | Entrevista com Antonio Elidio, o Ceará, tratador de cavalos no CHSA

De menino no sertão do Ceará a tratador, Antonio Elidio, mais conhecido como Ceará, é um dos mais antigos do CHSA, e relembra sua jornada marcada pelo amor aos animais. Como começou sua relação com os cavalos e quando decidiu que esse seria seu trabalho? Isso vem de família. Meus avós tinham cavalos, e meu avô já me ensinava a cuidar deles quando eu era criança. Na adolescência, comecei cuidando de cavalos de vaquejada, em Senador Pompeu, no sertão do Ceará. Depois fui para a Hípica de Brasília e mais tarde vim trabalhar em um haras em São Paulo. Desde 1988, sou tratador e, de lá pra cá, nunca mais larguei. Você já viveu experiências importantes ao lado dos cavalos. Quais marcaram mais? Graças a eles, viajei para a Europa e para todo o Mercosul, sempre acompanhando competições e conhecendo gente importante do esporte. Mas o que mais gosto é o dia a dia da profissão: chegar cedo, tratar dos cavalos, deixar tudo pronto para que o cavaleiro ou a amazona só precise montar. Essa rotina me faz muito feliz. E já pensou em ser cavaleiro também? Já tive várias oportunidades de montar, sim, mas a minha vocação é outra. O que eu gosto mesmo é de cuidar do bem-estar do cavalo. Acredito que o segredo de um campeão começa na cocheira: boa alimentação, água, atenção e carinho. Se o cavalo não estiver bem tratado, ele não vai saltar bem. E como é a sua relação com os cavalos que você cuida? Muito próxima. Eles sentem o cuidado que recebem, tanto que rincham quando me veem. Isso não acontece por acaso: trato com amor, porque acredito que o segredo de um bom desempenho está na cocheira. Se o cavalo tiver boa alimentação, água e atenção, ele responde na pista. Para mim, o bem-estar vem sempre em primeiro lugar. O que representa trabalhar no CHSA? É o melhor lugar do mundo para um tratador. O espaço é muito bom e dá condições de fazer o trabalho da melhor forma possível. E como você enxerga a nova geração de tratadores?Me preocupa. Acho que hoje muita gente olha mais para o dinheiro do que para o animal, e falta comprometimento. Esse é um trabalho que exige dedicação e paixão. Os cavalos também influenciaram sua família, não é? Com certeza. Foi por meio deles que meus filhos conseguiram se formar, um em TI e outro em Logística. Os cavalos abriram portas para minha vida e também para a deles.

Alta Diagnósticos | Setembro em flor: exames preventivos

Setembro em Flor 🌸O Alta Diagnósticos reforça a importância dos exames preventivos contra os cânceres ginecológicos, que atingem cerca de 30 mil brasileiras por ano.👉 Prevenção em cada fase:Adolescência: vacina contra HPV.A partir dos 25: Papanicolau.35+: mamografia em casos de risco.40+: mamografia anual.Pós-menopausa: exames hormonais, ósseos e, quando indicado, colonoscopia.No Alta Excelência Diagnóstica você encontra exames ginecológicos, laboratoriais e de imagem, com corpo clínico de referência e atendimento humanizado.📍 Alta Diagnósticos – 3º andar Market Place Tower IAv. Dr. Chucri Zaidan, 902 – Vila Cordeiro – São Paulo/SP

José Roberto Reynoso Fernandez Filho é o campeão do Clássico nos 90 anos do CHSA e dedica a vitória à memoria de seu pai

Zé Reynoso, 45, cavaleiro olímpico e recém hexacampeão brasileiro Senior Top, é filho do saudoso José Roberto Reynoso Fernandez, Alfinete (in memoriam), ícone do hipismo brasileiro e mundial, aniversariante em 7/9, dia em que o seu herdeiro coleciona títulos. No domingo, 7/9, o Clássico, a 1.45/150m, fechou o 90º Aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), na zona sul da capital paulista e maior casa do hipismo brasileiro. A disputa contou com 49 conjuntos e um emocionante desempate entre 11 conjuntos, cinco voltaram a zerar o percurso idealizado pelo course-designer olímpico Guilherme Jorge. Mais uma vez, José Roberto Reynoso Fernandez Filho levou a melhor, desta vez, montando Cornet Shot JMen, de apenas 9 anos. Antepenúltimo em pista, Zé Roberto e Cornet Shot JMen, cruzou a linha de chegada em 35s10, conquistando mais um título no dia 7 de setembro, aniversário de seu pai e grande mestre José Roberto Reynoso Fernandez, o Alfinete (in memoriam), ícone do hipismo brasileiro e mundial. Sagrou-se vice-campeão Luis Gustavo Godinho, campeão do GP do CHSA em 2023, apresentando Viviano 4, 36s18, também por São Paulo e a 3ª colocação ficou com o jovem talento 3º Sgto Paulo de Miranda, com Violeta Tok do Igarapé, 37s03, representando o Pernambuco. Zé Roberto, 45, é tetra do GP de Aniversário do CHSA 2006/2013/2015/2016 e venceu outros dois Derbys em 2000 e 2001 no aniversário do clube. “Hoje foi um dia muito especial, Aniversário do meu pai, acho que é um bom presente para ele e para toda equipe que trabalha com a gente. Eu brinco que o céu está em festa e, graças a Deus, mais uma vez a minha estrela brilhou. Só quero agradecer mesmo a todos vocês que torceram por nós aí e que venham os próximos concursos.” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CBH – Confederação Brasileira de Hipismo (@cbhoficial) Coincidentemente, Cornet Shot JMen, filho de Cornet Obolensky, é irmão por pai de Cornet Prince JMen, vencedor do GP Internacional do CHSA, a 1.60m, com Guilherme Foroni, em 6/9, resultados que de fato apontam para força da criação brasileira e, em especial, do Haras Agromen. GP Clássico 90 anos CHSA Campeão José Roberto Reynoso Fernandez Filho / Cornet Shot JMen – FPH – 0/35s10Vice Luis Gustavo Godinho / Viviano 4 – FPH – 0/36s183º Sgt Paulo Brasileiro de Miranda / Violet Tok do Igarapé – FEP – 0/37s034º Gabriel de Queiroz Gouveia / Quartzo MN Pullman (IA) – FHMG – 0/38s675º Francisco Musa / Coryphae JMen – FPH – 0/39s686º Rodrigo da Silva Reis / Kim Novak JMen – FPH – 4/33s69 Com imagens: Felippe Saad

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