Julho 2010

Na certeza de que esta revista já é uma realidade, estou aqui de novo a redigir um editorial de nossa Santo Amaro a Galope; com satisfação, já até perdi a lembrança de quantas edições se publicou, o que me dá a segurança de que ela veio para ficar. Se, por um lado, a vida exige mudanças, na busca constante de aprimora- mento, realização e felicidade, por outro, ela tem seus alicerces calcados na tradição, na entrega de valores de uma geração à próxima, para que possamos saber quem somos, o que queremos e de onde viemos. Isto tanto vale para a nossa simpática revista, que difunde nossa gente de Santo Amaro, suas histórias e feitos, bem como para o CHSA como um todo. [gview file=”http://chsa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/revista-06.pdf” save=”1″]
Maio 2010

Abro este dia de maio de 2010 dando-me um presente: escrever mais um editorial da revista Santo Amaro a Galope – já é o sexto, cinco de edições regulares e outro para a edição especial sobre o 74o Aniversário do Clube. Assim, cada vez mais se mostra fortalecida nossa revista, que demonstra ter vindo para ficar – o que espero seja a realidade. [gview file=”http://chsa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/revista-05.pdf” save=”1″]
Roberto Kalil
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Orlando Facada
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Março 2010

Com o fim de mais um concurso Torneio de Verão, o quarto na minha gestão (oito finais de semana, em quatro anos), sinto que vou encerrando meu ciclo à frente do CHSA… Algo do tipo: “o próximo não sou eu quem vai fazer…!”. Sem dúvida, bate uma certa melancolia, ao menos para mim, que tão insensata, digo, intensamente vivo isso tudo. [gview file=”http://chsa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/revista-04.pdf” save=”1″]
Beth Miranda
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Janeiro 2010

Em junho de 1556, quando quase tudo ainda era mato na História do Brasil, a Companhia de Jesus, por ordem de seu superior, o Padre Provincial dos Jesuítas, Manoel da Nóbrega, resolveu dividir administrativamente a Capitania Hereditária de São Vicente em três: a Casa de São Vicente, no litoral; a Casa de São Paulo, em São Paulo dos Campos de Piratininga, atual capital deste Estado, e uma terceira região, que à falta de um santo a lhe permitir batismo imediato ficou conhecida por seu nome indígena, de Jeribatiba, ou, em tradução livre, Campo das Palmeiras. [gview file=”http://chsa.com.br/wp-content/uploads/2009/09/revista-03.pdf” save=”1″]
Luiza Novaes Tavares de Almeida
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Luiza Novaes Tavares de Almeida
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Karina Goldmann
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