Calendário de Adestramento CHSA 2026 (versão 5/2)
Calendário de Salto CHSA 2026 (versão 06/02)
Vem aí o 38º Torneio de Verão no CHSA, a largada da temporada nacional em São Paulo; garanta sua vaga

A tradicional abertura da temporada nacional em São Paulo está definida e acontece no tradicional Torneio de Verão no Clube Hípico de Santo Amaro, entre 23/2 e 1/3. O Concurso de Salto Nacional 2* conta com 38 provas de 1 a 1.40m, disputadas na pista de Cel Renyldo Ferreira, com a armação de Gabriel Malfatti, e Sérgio Brandão Gomes, onde os percursos estão a cargo de Francesco Spina Schmitz. Ao todo serão distribuídos 141,7 mil reais em premiação, dos quais 15,3 destinados às categorias de cavalos novos 5, 6 e 7 anos. Todas as provas são válidas pelos rankings da Confederação Brasileira de Hipismo e abertas a todas as categorias, entre jovens talentos, amadores e profissionais, marcando a largada oficial da temporada nacional no Estado de São Paulo. A sempre bem disputada Copa Ouro, a 1.40m, acontece no sábado, 28/2, e no bem domingo, 1/3, o Clássico, a 1.45m, encerra a 38ª edição do Torneio de Verão. Inscrições: 27/1 a 17/2. Garanta a sua vaga: acesse o programa e link para inscrições. CHSA com imagem Felipe Saad
Triênio de ouro marca os 90 anos do Clube Hípico de Santo Amaro

Após seis mandatos e os últimos três anos e meio consecutivos com Francisco Mari, o Kiko, na presidência do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), o maior e mais completo polo hípico do país, completou 90 anos de história em 2025. “Foram quatro anos de 2003 a 2006, depois de 2017 a 2019 e novamente de meados de 2022 a 2025”, lembra Mari. “Em toda essa experiência, não tivemos um período como o último que considero um triênio de ouro para o clube. Acho que vai ser muito difícil repetir e não porque foi a nossa gestão, mas devido a uma série de fatores juntos. Então foi muito prazeroso, a gente fez muita coisa, melhoramos muito o clube.” Ainda antes deste último período da gestão de Francisco Mari frente à diretoria executiva do clube, o hipismo – especialmente no Estado de São Paulo – registrou um boom, embora o motivo não tenha sido dos melhores: a pandemia da Covi-19. “Com certeza, a pandemia contribuiu muito no crescimento do Clube e esporte como um todo. A gente viu muito mais gente nas provas e os leilões de cavalos super bombados. Quer dizer, o hipismo como é um esporte ao ar livre acabou tendo muito procura, o que também notamos em nossa Escola. Já desse momento em diante, o clube andou muito bem”, analisa o dirigente. Obras e melhorias E, sem dúvida, graças à excelente gestão financeira com Kiko na presidência, as obras prosperaram em todo clube. “A gente mexeu, basicamente, em todas as áreas do clube. Reformamos todas as pistas com piso de última geração e refizemos a pista junto ao complexo da Escola de Equitação, que hoje é uma das melhores do clube com quase 11 mil metros quadrados, elogiada por todos, até mesmo pelos cavaleiros visitantes. Já na pista Sergio Brandão, além da reforma completa do piso, agora temos duas pérgolas para conforto do público e iluminação noturna. Também reformamos todos os picadeiros cobertos, bem como os picadeiros de adestramento. Atualmente todas as nossas pistas têm sistema de irrigação. Então, estamos muito bem implantados nesse campo”, destaca Kiko. “A principal obra, que infelizmente não vou conseguir inaugurar por completo, é o novo complexo da piscina. A piscina está pronta, mas o vestiário e a academia não vão ficar prontos até o final da minha gestão. Mas o que vale são as benfeitorias para o clube e agora quero aproveitar mais o clube como sócio.” Tampouco faltou investimento na infraestrutura geral como, entre outros pontos, a aquisição de energia no Mercado Livre, perfuração poço de mais de 180 metros, aterramento completo da fiação elétrica, a troca de 80% dos telhados das cocheiras da Vila Hípica e a reforma da casinha de Volteio, bem como da faixada e telhado da Casinha do Museu. Também foram adquiridos novos tratadores e carrinhos elétricos. Destaque ainda para instalação de uma parede de vidro dupla. “Hoje os balanços da auditoria estão sendo entregues dentro prazo e feitos na ordem do estatuto”, pontua o dirigente. Outro ponto positivo foi a bem-sucedida terceirização do Bar & Restaurante por um serviço de alta qualidade e sem risco de prejuízo para o clube. “Quando a gente entrou, a terceirização do restaurante não tinha sido aceita pelo Conselho. “Mexemos as pedrinhas” e conseguimos aprovar o La Vieiras como Restaurante do clube. E o mais legal de tudo é que, dos 20 e poucos funcionários que trabalhavam no Restaurante do Clube, não levamos nenhuma ação trabalhista. Fizemos nossa obrigação de pagar super bem e, ao final, deixamos todos contentes. Tivemos coragem, trabalhamos e hoje é um alívio para o clube não ter essa responsabilidade de gerir o Restaurante. Além do alívio financeiro de mais de um milhão de prejuízo ao ano e entrada fixa de aluguel”, analisa Kiko. Vale ainda destacar as melhorias na infraestrutura da Sede Social, com a reforma do Bar, a troca de mobiliário do restaurante e varanda, e o novo sistema de ar-condicionado. Ao mesmo tempo, o trabalho contínuo de um engenheiro florestal, replantio de árvores nativas, manutenção de um viveiro com mudas e a troca de mudas com outros viveiros externos vêm de encontro ao maior legado único do clube: a preservação da área verde do clube. “Os piquetes também foram reformados, sempre priorizando o bem-estar dos cavalos. Fora todo o processo de poda de árvores que fizemos no clube para enfrentar o problema de vendaval e não ter árvores caindo o tempo todo, dando mais segurança a toda nossa comunidade, aos cavalos do clube e dos que vêm para os concursos. Além disso, toda área da Vila Hípica para eventos (Circo) foi reformada, facilitando a organização e limpeza”, pontua Kiko. “Uma coisa que eu me orgulho e sempre lembro – uma vez que sou do tempo do Cel Renyldo Ferreira, ex-presidente do CHSA e conhecido pelo seu cuidado com a área verde e em especial com pista de grama. Antes da minha última gestão, peguei ela totalmente destruída, cuidamos e hoje ela está impecável.” Outros marcos e projeção Em 2025, em trabalho conjunto com o Conselho, então liderado pela Karina Smith, o clube contou com entrada de mais de 50 sócios. O equilíbrio financeiro, de fato, é uma das marcas da última gestão. “Eu tenho muita experiência financeira no meu dia a dia e conheço o clube muito bem. Uma coisa que a meu ver é importante para o ano que vem é não ter preocupação inicial em fazer obra, mas primeiramente fazer o caixa subir. A obra vem depois que você corrige o caixa. Para manter o clube como se deve, ou seja, limpo e bonito, já é muito caro”, aconselha o Kiko. O ano de 2025 teve um marco mais que especial: a comemoração dos 90 anos do CHSA, com um Internacional e Nacional de Salto. “Eu era presidente no Aniversário dos 70 anos do clube e na época foi lindo. Eu lembro que todo mundo elogiou, foi uma prova superlegal. Mas agora o Aniversário dos 90 anos foi um momento de
Sábado, 13/12 | 8ª Etapa – Final Copa Santo Amaro Orlando Facada de Adestramento – Placar e Transmissão ao vivo

Programa Sábado, 13/12 Ordem de entrada (pdf) Ordem de Entrada e Resultados ao vivo Transmissão ao vivo
1/11 | 7ª Etapa CHSA Orlando Facada de Adestramento – Cancelado

Programa e informações inscrições Cancelado em 30/10
Newsletter nº 3 | Entrevista com Antonio Elidio, o Ceará, tratador de cavalos no CHSA

De menino no sertão do Ceará a tratador, Antonio Elidio, mais conhecido como Ceará, é um dos mais antigos do CHSA, e relembra sua jornada marcada pelo amor aos animais. Como começou sua relação com os cavalos e quando decidiu que esse seria seu trabalho? Isso vem de família. Meus avós tinham cavalos, e meu avô já me ensinava a cuidar deles quando eu era criança. Na adolescência, comecei cuidando de cavalos de vaquejada, em Senador Pompeu, no sertão do Ceará. Depois fui para a Hípica de Brasília e mais tarde vim trabalhar em um haras em São Paulo. Desde 1988, sou tratador e, de lá pra cá, nunca mais larguei. Você já viveu experiências importantes ao lado dos cavalos. Quais marcaram mais? Graças a eles, viajei para a Europa e para todo o Mercosul, sempre acompanhando competições e conhecendo gente importante do esporte. Mas o que mais gosto é o dia a dia da profissão: chegar cedo, tratar dos cavalos, deixar tudo pronto para que o cavaleiro ou a amazona só precise montar. Essa rotina me faz muito feliz. E já pensou em ser cavaleiro também? Já tive várias oportunidades de montar, sim, mas a minha vocação é outra. O que eu gosto mesmo é de cuidar do bem-estar do cavalo. Acredito que o segredo de um campeão começa na cocheira: boa alimentação, água, atenção e carinho. Se o cavalo não estiver bem tratado, ele não vai saltar bem. E como é a sua relação com os cavalos que você cuida? Muito próxima. Eles sentem o cuidado que recebem, tanto que rincham quando me veem. Isso não acontece por acaso: trato com amor, porque acredito que o segredo de um bom desempenho está na cocheira. Se o cavalo tiver boa alimentação, água e atenção, ele responde na pista. Para mim, o bem-estar vem sempre em primeiro lugar. O que representa trabalhar no CHSA? É o melhor lugar do mundo para um tratador. O espaço é muito bom e dá condições de fazer o trabalho da melhor forma possível. E como você enxerga a nova geração de tratadores?Me preocupa. Acho que hoje muita gente olha mais para o dinheiro do que para o animal, e falta comprometimento. Esse é um trabalho que exige dedicação e paixão. Os cavalos também influenciaram sua família, não é? Com certeza. Foi por meio deles que meus filhos conseguiram se formar, um em TI e outro em Logística. Os cavalos abriram portas para minha vida e também para a deles.
Newsletter nº 3 | CHSA atualiza Estatuto e reforça regras de gestão, associados e eleições

Propostas incluem ampliação de atividades esportivas e sociais, ajustes na contribuição de dependentes, novas exigências eleitorais e criação de Comissão Disciplinar independente. O Conselho Deliberativo do Clube Hípico de Santo Amaro (CHSA) está propondo uma série de alterações para o Estatuto Social, que está em fase de deliberação junto aos sócios e cujo texto final será levado para aprovação na Assembleia Geral. As mudanças, que serão apresentadas em assembleia realizada nos dias 29 e 30 de novembro deste ano, buscam modernizar a administração, reforçar a transparência, atualizar regras sobre associados e dependentes, além de estabelecer critérios mais rigorosos para eleições internas. Entre os principais pontos, está a expansão das finalidades do clube, que passa a contemplar modalidades como o beach tennis, eventos sociais e culturais, além de práticas voltadas à educação física e lazer. No campo financeiro, foi criado o Fundo de 13º salário e o Fundo Patrimonial, e ficou definido que a taxa de manutenção da categoria de Associado Temporário será sempre o dobro da cobrada dos associados familiares ou individuais. Também foi excluída a previsão de pagamento de joia para aquisição de título. Outro ajuste importante foi a redução do limite de contratos que exigem aprovação do Conselho Deliberativo, que caiu de 1.000 para 100 salários mínimos. Além disso, todos os contratos celebrados pela Diretoria Executiva deverão ser divulgados, independentemente do valor. No que se refere aos títulos de propriedade, o número total foi reduzido de 600 para 500, e foram criadas regras mais detalhadas para sucessão em casos de falecimento ou divórcio, com isenção de taxas em situações específicas. Também houve reforço nos procedimentos para cancelamento por inadimplência. As categorias de associados também foram ampliadas, com a inclusão de figuras como os Associados Temporários Corporativos e os Militantes do Tênis. Agora, netos podem ser incluídos como dependentes, e pais e sogros também poderão ser incorporados, desde que um dos cônjuges tenha pelo menos 70 anos — mediante taxa adicional de 25% por dependente e aprovação estatutária. A formalização da união estável foi simplificada, dispensando escritura pública, bastando uma declaração assinada. Outro destaque é a redução da contribuição social para filhos e enteados de associados proprietários familiares: de 50% para 25% do valor, ao completarem 25 anos, desde que solteiros. Para efeitos de isenção no casamento ou união estável, agora é exigido que o cônjuge ou companheiro(a) esteja registrado como dependente há pelo menos cinco anos. Em relação aos direitos e deveres, o texto reforça a obrigação de preservar o patrimônio ambiental, traz regras mais claras sobre inadimplência e penalidades, e estabelece que o tempo total de vínculo do associado (como titular ou dependente) será considerado para benefícios, desde que não haja interrupção. Também ficou definido que associados licenciados mantêm direito a voto, mas não podem ser votados. Nos órgãos diretivos, as Assembleias Gerais agora poderão ocorrer de forma virtual em casos excepcionais, e as competências das Assembleias Ordinárias e Extraordinárias foram detalhadas. O Conselho Deliberativo passa a contar com novas comissões, de Esportes e Lazer, e Eleitoral. A Diretoria Executiva terá maior número de diretorias adjuntas e regras mais específicas para contratos e obras. O processo eleitoral também sofreu alterações relevantes: a idade mínima para candidatura ao Conselho Deliberativo subiu de 25 para 30 anos, com exigência de três anos ininterruptos de associação. Para a Diretoria Executiva, o requisito é ainda mais rigoroso: idade mínima de 35 anos, oito anos de associação e pelo menos um mandato completo como conselheiro. Já para o Conselho Fiscal, será necessário ter no mínimo 30 anos. O Estatuto também reforça a necessidade de revisão do Plano Diretor a cada cinco anos, obrigando as diretorias a seguirem suas diretrizes em seus planos de ação. Além disso, foi definido um padrão para arredondamento de votos fracionados nos quóruns. Por fim, foi criada a Comissão Disciplinar, um órgão independente responsável por apurar e aplicar penalidades de suspensão e eliminação. Ela será composta por cinco membros, entre eles representantes da diretoria, do conselho deliberativo e associados eleitos, além de dois suplentes escolhidos pelo Conselho. Com essas propostas de alteração, o CHSA busca alinhar seu Estatuto às demandas atuais de governança, fortalecer sua estrutura associativa e garantir maior transparência nos processos internos
Newsletter nº 3 | Guilherme Foroni é bicampeão do GP Internacional nos 90 anos do CHSA

Guilherme Foroni e Cornet Prince JMen conquistaram o GP Internacional, a 1.60m, durante as celebrações dos 90 anos do Clube Hípico de Santo Amaro, em 6/9. A dupla superou os obstáculos no percurso projetado pelo course-designer olímpico Guilherme Jorge, fechando as duas voltas decisivas com apenas 3 pontos perdidos, por excesso de tempo. Com este triunfo, Foroni sagrou-se bicampeão do GP do CHSA 2019/2025 e celebrou a parceria extensa e o histórico de conquistas com o cavalo: “a gente tem uma história muito linda. Temos altos e baixos, mas ele sempre me garante e já me deu três Grandes Prêmios na vida: no Haras Agromen e SHP Open em 2023 e agora aqui em Santo Amaro”. Cobertura completa – clique aqui
Newsletter nº 3 | Vitória e memória: campeão do Clássico nos 90 anos do CHSA dedica título ao pai

Durante o 90º Aniversário do Clube Hípico de Santo Amaro (SP), José Roberto Reynoso Fernandez Filho com Cornet Shot JMen montando celebrou a memória de seu pai de modo especial: com o título do GP Clássico. No dia 7 de setembro, o filho do cavaleiro José Roberto Reynoso Fernandez, conquistou o título e dedicou a sua vitória ao falecido pai, ícone do hipismo brasileiro conhecido como Alfinete, que celebraria 78 anos na data. “Hoje foi um dia muito especial, aniversário do meu pai, acho que é um bom presente para ele e para toda equipe que trabalha com a gente. Eu brinco que o céu está em festa e, graças a Deus, mais uma vez a minha estrela brilhou”, comemorou o cavaleiro olímpico e hexacampeão brasileiro Senior Top. Confira a cobertura completa.